Acho que foi por volta de 2014 que comecei a publicar "Jededaia" no jornal "A Comarca" de Monte Azul Paulista - SP.Ainda hoje passo em frente a redação do jornal - não comprimento ninguém.
Aqui nesse post vocês poderão conferir a série completa. É curioso como me sinto lendo esse pedaço do tempo hoje. Se repararem, mantive as tiras como eram assinadas na época - com meu nome morto -, e não sei bem o motivo disso, além da preguiça de ficar apagando assinatura por assinatura. A verdade é que meu nome morto me assombra sim, me irrita, me incomoda, saber que aquela pessoa já precisou dividir o mundo com os outros me causa dor e tristeza, não minto, por outro lado vejo necessidade de relevar isso, perdoar, sei lá, dar algum tipo de passe livre para essa memória se desvanecer e perder o sentido de opressão...Algo assim.Afinal foi essa figura que preparou caminho para que a Mulher surgisse.Mas também parece um exercício interessante mostrar aos leitores as fazes de uma artista e como elas conversam. Eu sempre fui apaixonada por Faroestes e essa série de tirinhas parte desse amor, ressignificando um gênero assumidamente machista, misógino e, de certo modo, irredutível em seus signos de brutalidade.
Acho que nessa época, eu já tinha em mim uma profunda misandria, pois nada é mais patético que um homem, agora imagine um homem atrás de um coult.




































































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