Publicado originalmente no periódico estatal - União Européia
A VOZ DA UNIÃO — Edição de Outubro, 1987
A Questão Monstruosa
Por Abraham Van Helsing III
Há uma perigosa mentira crescendo de maneira silenciosa entre os pilares da nossa civilização. Uma mentira que se infiltra na educação e na cultura, e até mesmo nos corredores das instituições públicas. Uma mentira que insiste em dizer às nossas gerações mais novas e, de certo modo, totalmente desprotegidas, de que a monstruosidade não é uma tragédia biológica, mas apenas “uma outra forma de existir”.
Todos as atuais conjunturas científicas dizem o contrário. Não é natural, não é humano.
A monstruosidade é uma perniciosa influência atual que permeia os principais veículos de desinformação dos inimigos da moral e ética da União. Um desvio raro e profundamente lamentável da natureza humana. Durante séculos, sociedades civilizadas compreenderam a necessidade de tratar essa condição com discrição, responsabilidade e contenção. Não por crueldade — como os agitadores modernos insistem em afirmar — mas por dever moral.
Hoje, porém, vivemos tempos perigosos.
Certos grupos radicais passaram a exigir reconhecimento público para criaturas que deveriam receber acompanhamento médico e psicológico adequado. Exigem espaço nas escolas. Exigem representação cultural. Exigem que crianças ainda inocentes sejam expostas a estilos de vida monstruosos antes mesmo de compreenderem o que significa serem humanas. Somos informados, diariamente, de que devemos celebrar aquilo que antes entendíamos como uma aflição. Somos pressionados a abandonar toda prudência em nome de uma suposta “tolerância”.
Mas nenhuma civilização sobrevive quando perde a coragem de estabelecer limites.
O Estado não pode incentivar a monstruosidade. Não pode financiá-la. Não pode ensiná-la como equivalente à normalidade. E, acima de tudo, não pode permitir que jovens vulneráveis sejam conduzidos a acreditar que suas confusões naturais de infância representam sinais de uma vocação monstruosa latente.
Há aqueles que acusam nossas políticas públicas de severidade. Contudo, a História nos mostra que sociedades entram em colapso não apenas pela guerra ou pela fome, mas também pela erosão gradual de seus fundamentos morais.
A família humana deve permanecer como núcleo central da ordem social.
Não odiamos os monstros.
Rejeitamos apenas a ideia perigosa de que sua condição deva servir como modelo cultural para futuras gerações.
Nós, da UMS (União dos Monstros Socialistas), manifestamos nosso repúdio a esse filho da puta! Vai tomar no cu, Van Helsing!
































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